28/06/2010 | Noticias
Imperdíveis
Veja quais são as duas dicas do mês

Renata Moraes, coordenadora de comunicação da Fundação Estudar, sugere:

Economia sem truques: O mundo a partir das escolhas de cada um, Carlos Eduardo Gonçalves e Bernardo Guimarães, Elsevier, 2008

"Uma boa opção para quem busca um pouco de conhecimento sobre princípios econômicos -mas não domina os jargões da área para se dedicar a leituras densas.  Por meio de fatos cotidianos, como a existência de casas com janelas cobertas por tijolos em Londres e o impacto social da proibição de cobrança nos estacionamentos em shoppings, os autores explicam temas complexos como equilíbrio fiscal, econometria e desigualdade social. Já foi apelidado de “versão verde e amarela do Freakonomics”, o polêmico livro do economista Steven Levitt, do MIT, que virou febre ao defender que o aborto seria a causa da redução da criminalidade em Nova York."  

 

 
Renato Moraes, bolsista de 2008, LL.M em Cambridge University, recomenda:
Prezado Sr. Stálin, Susan Butler, Zahar, 2008.
 
"Este é para os aficionados em história e, particularmente, na 2a Guerra Mundial, período marcado pela riqueza de eventos e pela possibilidade de se conhecer os extremos do ser humano. Trata-se de coletânea das correspondências trocadas entre Franklin Roosevelt e Joseph Stalin no decorrer do maior conflito da história da humanidade. Se alguém pensa que o livro se resume a um conjunto de comunicações protocolares, marcadas por linguagem rebuscada, está enganado. Uma certa informalidade chega a permear os diálogos, possibilitando uma leitura leve e fluida, que narra os principais fatos ocorridos entre a invasão alemã na antiga União Soviética e o falecimento do presidente norte-americano com riqueza de detalhes que poucos poderiam fornecer. O mais interessante é ver o que estava por trás da história conhecida, principalmente o verdadeiro respeito e admiração - beirando, pasmem, a amizade - entre líderes de potências antagônicas no cenário global, bem como a relação construída por eles, que poderia ter amenizado ou mesmo evitado a Guerra Fria não fosse a mudança radical e repentina da política externa norte-americana após a morte de Roosevelt."  





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