O setor público precisa de talentos
Em palestra no evento de lançamento do Banco de Talentos da Brava, Felipe Góes falou sobre os desafios do setor público sob a perspectiva de quem veio da iniciativa privada
A Fundação Brava, reconhecida por seu trabalho de disseminar no setor público ferramentas de gestão eficiente e meritocrática da iniciativa privada, acaba de lançar esse mês um novo projeto, o Banco de Talentos. O objetivo da empreitada é atrair jovens bem formados e capacitados para atuar em setores da atividades pública onde podem ter grande impacto transformador.
“O setor público brasileiro carece de profissionais com perfil empreendedor, ambiciosos e focados em resultados. Líderes, gestores e técnicos que possam servir de exemplo e atrair mais gente para fazer parte do processo de mudança de cultura que buscamos promover”, afirmou Luana Tavares, coordenadora do projeto, no evento de lançamento realizado no último dia 13.
Para contar um pouco sobre as motivações que um profissional com esse perfil pode encontrar em instituições públicas, foi convidado Felipe Góes, assessor-chefe de assuntos econômicos da prefeitura do Rio de Janeiro desde 2009. Formado pela Puc-Rio, com MBA na University of Michigan e com larga experiência na área de consultoria estratégica no Brasil, Estados Unidos e Europa, Felipe tem a tarefa de atrair investimentos e identificar os potenciais econômicos da cidade. Uma de suas prioridades nos próximos anos será fechar parcerias com a iniciativa privada.
Na conversa com estudantes e jovens profissionais no evento da Brava realizado no Insper, em São Paulo, Felipe falou, entre outros temas, sobre os desafios que encontra na nova atuação, o potencial de desenvolvimento econômico do Rio de Janeiro e a gestão de talentos na área pública. Confira os principais trechos do bate-papo no vídeo acima.
