Líderes éticos e comprometidos com o país espelham-se em experiências e relatos de gente brilhante pessoalmente e profissionalmente. A Fundação Estudar acredita que a trajetória de seus bolsistas também serve de motivação para que outros jovens talentos possam seguir esse mesmo caminho. Conheça algumas dessas histórias:

 

Um dos primeiros jovens talentos beneficiados pela Fundação Estudar. Como ex-integrante da Diretoria, é um membro muito participativo da comunidade da Fundação.

 

Cláudio Andrade foi um dos primeiros jovens talentos beneficiados pela Fundação Estudar, em 1994. Mas nunca permitiu que essa relação, iniciada há mais de uma década, se rompesse. Pelo contrário, ele mantém um laço cada vez mais estreito com a instituição, a ponto de ter feito parte da Diretoria. Como outros integrantes dessa rede de excelência, o ex-bolsista, hoje proprietário de uma empresa de gestão de fundos de investimentos, quer retribuir e oferecer a outros a mesma oportunidade que recebeu.

Cláudio cursava o segundo semestre de Administração na Fundação Getulio Vargas (FGV) de São Paulo quando obteve a bolsa. Por causa dessa ajuda financeira, seu orçamento ficou menos comprometido e ele pôde cursar créditos optativos na França. Ficou durante seis meses na École Supérieure de Commerce de Montpellier, cumprindo disciplinas na área de finanças, seu principal interesse desde aquela época.

Um ano antes de se formar, em 1993, o ex-bolsista foi trabalhar no banco Garantia. Nem imaginava que nove anos depois teria sua própria empresa. “Eu não tinha essa visão empresarial, mas queria trabalhar nessa área, pois gostava muito de gestão e mercados”, lembra.

Cláudio abriu a Polo Capital Management em 2002, em parceria com Marcos Duarte, no Rio de Janeiro. Hoje ela ocupa uma das primeiras posições do mercado em sua área de atuação, administrando aproximadamente 1.5 bilhões de reais. A Polo investe em empresas que estejam passando por uma mudança de gestão ou de operação corporativa.

Laço estreito – Mesmo após o desligamento da Diretoria da Fundação, o empresário continua atuando diretamente na seleção de novos bolsistas . “Atualmente tenho relações comerciais com profissionais que conheci nos encontros da Fundação”, relata Cláudio, que diz que também já contou com a ajuda de integrantes da comunidade para contratar novos funcionários para a Polo. “O fato de conhecer outras pessoas em condições similares de carreira abre oportunidades para a troca de experiências, para testar conceitos, não só entre pares, mas com profissionais mais experientes com os quais temos canal aberto por meio da Fundação”, comenta.

Claudio apóia financeiramente a instituição e atua no apadrinhamento de bolsistas, orientando estudantes em suas dúvidas profissionais. Segundo ele, quando alguém compromete seu capital, acompanha mais de perto o trabalho realizado, pois se sente um pouco dono do negócio. E é exatamente isso que ele e os outros ex-bolsistas e bolsistas da Estudar devem ser.

 

Última atualização: novembro/2008





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